ARCHI SUMMIT 2017



Muita tinta já correu sobre a última edição do Archi Summit. Contudo, como achamos que ainda assim não lhe foi feito o jus que devia, também nós vamos fazer uma ode ao que ali se passou debaixo da pala do Siza Vieira, salvo seja!

Além das conferências da praxe e que obviamente fazem parte da ementa de qualquer summit - que por sinal foram qualquer coisa de espectacular - vieram as marcas. Estas, mudaram-se de malas e bagagens e levaram todas as novidades com elas. Mesmo, mesmo a aliciar todo e qualquer comum mortal com queda para a construção a querer fazer nem que fosse uma casa na árvore só para poder experimentar aquele pavimento que dá para ter em mil e uma cores e feitios, o deck que encaixa e desencaixa qual Lego. Houve de tudo um pouco e foi bom. Muito bom. A dinâmica do main sponsor, passo a publicidade, foi incrível. A Love Tiles / Margrés esteve lá e não quis passar despercebida.

Por último, e talvez o que pôs ali um brilhozinho nos olhos a todos os que passavam, foi o layout de toda esta infraestrutura ter sido desenhado pelos arquitectos Manuel Aires Mateus e SAMI, que em conjunto montaram a maior estrutura efémera de cortiça. E ficou qualquer coisa!

Archi Summit venceu em Lisboa, não sabemos ainda bem porquê, mas venceu em grande. No Porto, as edições anteriores tinham tido o romantismo que é característico da cidade, à sua escala.  Em Lisboa algo mudou e é irreversível.

Além disso, houve uma coisa que não deixou ninguém indiferente - a atmosfera. Já ouviram falar na atmosfera? Um dia falo-vos dela, a do Peter Zumthor.